sábado, 17 de julho de 2010

Não sabemos o que havemos de pedir como convém

 
E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.” (Rm 8.26)
nos braços
A maioria dos problemas que nos deixam perplexos em nossa experiência cristã não passa de resposta a orações nossas. Pedimos paciência, e o Pai nos manda aqueles que nos provam ao extremo; pois a “tribulação produz paciência”.
Pedimos submissão, e Deus nos manda sofrimentos; pois aprendemos a obediência por aquilo que padecemos.
Pedimos para tirar de nós o egoísmo, e Deus nos dá oportunidades para sacrificarmos, pensando nos outros e dando a vida pelos irmãos.
Oramos pedindo força e humildade, e um mensageiro de Satanás vem afligir-nos até que ficamos prostrados no pó clamando para que ele seja afastado.
Oramos: “Senhor, aumenta a nossa fé”, e o dinheiro cria asas; ou as crianças ficam doentes; ou nos chega um tipo de prova até agora desconhecido e que requer exercício da fé numa situação que é nova para nós.
Oramos para ter a natureza do Cordeiro e recebemos um quinhão se serviço humilde e insignificante, ou somos prejudicados sem que devamos pedir reparação; pois ele “como cordeiro foi levado ao matadouro; e... não abriu a sua boca”.
Buscamos mansidão, eis que surge uma verdadeira tempestade de tentações para levar-nos à aspereza e irritabilidade. Desejamos um espírito quieto, e cada nervo do nosso corpo é esticado até à máxima tensão, a fim de que, olhando para ele, possamos aprender que quando Ele nos aquieta ninguém pode nos perturbar.
Pedimos amor, e Deus nos envia sofrimentos maiores e nos coloca junto a pessoas aparentemente desagradáveis, e deixa-as dizer coisas que nos irritam os nervos e magoam o coração; pois o amor é paciente, é benigno, o amor não se conduz inconvenientemente, não se exaspera. O AMOR TUDO SOFRE, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha. Nós pedimos para ser semelhantes a Jesus, e a resposta é: “Provei-te na fornalha da aflição.” “Estará firme o teu coração? Estarão fortes as tuas mãos?” “Podeis vós...?”.
O caminho para a paz e a vitória é aceitar cada circunstância, cada provação, como sendo diretamente proveniente da mão de um Pai de amor; é viver nos lugares celestiais, acima das nuvens, na presença do Trono, e contemplar, da Glória, o nosso lugar, como escolhido pelo amor divino.
(Fonte: Mananciais no Deserto)

4 comentários:

  1. A PAZ...

    achei seu blog com muito conteúdo bom
    já estou seguindo!!!!
    Parabéns!
    JB
    www.jotabepontodevista.blogspot.com

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  2. PEDIS E NÃO RECEBEIS, PORQUE PEDIS MAL...
    Mateus 6:5-7

    Definitivamente não sabemos pedir como convém.
    Pedimos saúde, mas não é na doença que aprendemos que a graça de Deus nos basta? No entanto, devemos pedir por saúde.
    Pedimos paz, mas não é no conflito em que, perdendo e sendo humilhado, aprender o que é a vida. No entanto, devemos pedir por paz.
    Pedimos vitória, mas não é na derrota, experimentando nossa fraqueza, que somos fortes? No entanto, devemos pedir por vitória.
    Pedimos emprego, mas não é na experiência da escassez que somos supridos em todas as nossas necessidades? No entanto, devemos pedir por emprego.
    Pedimos coisas, mas não é quando elas faltam que buscamos o reino de Deus em primeiro lugar?
    Antes de pedir, precisamos nos perguntar por que e para que pedimos? Se for para nosso próprio deleite e destruição, é melhor recolher nossa oração.

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  3. Quando as nossas petições tiverem o alvo de honrar Deus e servir o próximo, então nossos problemas passam para as mãos de Deus.
    Vim fazer-lhe uma visita pois há muito que não o fazia.
    O video do banco é muito bom.
    Uma boa semana.
    António

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  4. Yes, as in Romans 8: 26 I need the Spirit of God, to intervene for me.

    I also need the guidance of the Holy Spirit.

    Russ:)

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